Jornal A Praça - O Jornal de Iguatu

Você está aqui: Arquivos Entrevistas

[Entrevista] - deputado José Ilo Dantas

E-mail

Foto:Wandenberg Belém
José Ilo 'Se amanhã, eu e Edilmo estivermos juntos será um grande prazer'
“O político que não luta, não batalha, não é vocacionado para a política.”

Com exclusividade o Jornal A Praça entrevista o deputado estadual, José Ilo Dantas, eleito pelo PSDB nas últimas eleições proporcionais, hoje licenciado devido a problemas de saúde. José Ilo retornou a Iguatu, após grande êxito em tratamento de alta complexidade realizado em Fortaleza e São Paulo. Uma grande manifestação popular marcou o seu retorno. Ainda emagrecido, sentindo uma das pernas, mas muito disposto e afável, o deputado José Ilo nos recebeu em sua residência, no Cocobó, quando nos deu a seguinte entrevista.

A Praça: No inicio do ano, a população de Iguatu foi pega de surpresa pelo fato ocorrido com sua saúde quando o senhor sofreu um problema cardíaco. Passadas já por duas cirurgias. Qual seu real quadro de sua saúde hoje?

José Ilo: Hoje eu me encontro muito bem de saúde. Aliás, não foram duas cirurgias. Foram duas na artéria aorta e mais quatro na perna esquerda. Um problema de trombo que me deixou paraplégico, totalmente sem movimentação nos membros inferiores. Fiz duas pontes de safena na perna esquerda. E hoje eu me encontro muito bem. Ativo, boa disposição para retribuir toda essa gratidão profunda que eu tenho à população dessa região - porque não dizer do Ceará -, pelo tanto que pediram a Deus, que oraram, que rezaram por mim. O único meio para que eu possa pagar essa nova vida é continuar o meu trabalho, com maior intensidade, se minha saúde permitir.

A Praça: O senhor atribui esse problema à vida agitada que levava, pela excessiva carga de trabalho?

José Ilo: Trabalho nunca me cansou, trabalho para mim é um divertimento. Preenche a minha vida com muita satisfação. Sem nenhuma dúvida, eu era uma pessoa saudável - prova é a campanha que nós realizamos. Nunca senti nada, nem ao menos cansaço. O stress, tantas coisas que eu quero me privar aqui de comentar. Você e a população sabem como é o comportamento de determinadas pessoas que não querem o bem dessa terra. Isso deve ter contribuído sem nenhuma dúvida. Não guardo nenhum resquício de nada. Vamos tocar a bola pra frente. Vamos continuar o nosso trabalho. Vamos nos destacar não pelo bate-boca, mas pelas ações que sejam positivas em benefício da população.

A Praça: Após esse abalo, como fica José Ilo hoje? O ritmo de trabalho será o mesmo?

José Ilo: Eu tenho recomendação médica. Antes de ontem, à noite (terça-feira, 26), o médico que me operou ligava para mim. E perguntou se eu estava mantendo repouso: ‘não brinque, tenha cautela’. Olha, eu tenho uma vontade muito grande de contribuir. Eu tenho certeza que essa nova vida que Deus me deu foi para que eu continue o que eu fiz. Que eu realize, que eu procure contribuir, que eu procure aperfeiçoar as coisas, dando a minha quota de trabalho. As pessoas, às vezes, querem atribuir à minha pessoa realizações da administração. Isso longe. Sinceramente, eu tenho um prazer muito grande de ser pai de Agenor Neto. Eu já tinha antes. Ele como adolescente, como criança, como bom estudante. Mas hoje eu tenho um prazer muito grande de ser o pai dele pelo que ele fez de positivo pela população de Iguatu, pelo prefeito que ele é. E, graças a Deus, ele arranjou um companheiro ideal, que eu sempre torci por ele, que é o João Alencar, que tem contribuído dentro do possível com administração. Agenor Neto é que é o pai de tudo isso que acontece no Iguatu: da merenda escolar que ele bolou e eu não sabia; da avenida, que tantas críticas fazem - mas Iguatu é sentado em cima de lagoas; do aterro sanitário, que denunciaram, chamaram a Semace aqui, o seu superintendente se desloca de Fortaleza e encontra outra realidade do que apregoaram; vocês conhecem das casas populares, dos sanitários, da luta pelo esgotamento de Iguatu, pelo Centro de Eventos, são projetos como o mercado central, o asfalto, calçamentos que vão começar muitos metros agora. Então, Agenor Neto é uma personalidade que talvez tenha absorvido o que eu tenho de bom. Ele é aquela pessoa que me ajudou muito porque foi a pessoa que me domou, fez com que a minha impulsividade muitas vezes não aflorasse como era normal acontecer comigo. Vocês sabem o que ele sofreu, inclusive passou por agressões que eu tive que engolir. Talvez esteja aqui no meu peito o reflexo de todo esse sofrimento que nós passamos. A revitalização, a vontade de quanto mais batem nele, quanto mais incomodam, mais ele busca os bairros, busca a população pobre e de lá ele volta revigorado. Isso é o que nós temos assistido.

A Praça: E o lado espiritual? O que o senhor pensou como ser humano em relação à vida? Essa recuperação, o senhor considera que foi um milagre?

José Ilo: Dizem os médicos que existem aqui vários milagres, inclusive um médico disse que eu deveria não ter me agarrado com Frei Galvão e sim com João Paulo II, que ele já teria sido canonizado. A recuperação dos meus membros inferiores considero um milagre, de não ter tido um problema vascular cerebral, por não ter tido complicação nem renal, nem intestinal, a parte motora, que eu já começo a recuperar. Foi um período de muito sofrimento, foi um período em que eu me encontrei proximamente com Deus. Quero dizer que já errei muitas vezes, acertei algumas, mas quero, na medida do possível, melhorar, acertar, fazer o bem àquelas pessoas que são do bem e querem o bem dessa cidade. Nós somos tão carentes aqui. Você vê que nossa carência é profunda no ensino universitário. Agenor Neto trouxe a Urca para cá - e tanta crítica foi feita - mas eu acho que foi um avanço. Esperamos que as coisas se aperfeiçoem. Estava lutando, antes de adoecer, por uma faculdade de medicina para cá. Já tinha havido o contato com o almirante Aboim, que é uma personalidade que intermediou a chegada da FMJ (Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte), é representante do Brasil numa organização internacional de saúde; já havíamos mantido contato com a Dra. Ana Maria Cavalcanti, Dr. Emir, Dr. Carlile, estávamos nesse processo de amadurecimento e espero que, voltando à minha normalidade total, possamos dar continuidade a isso. Como também esperamos que o governo federal e os representantes políticos nossos, lá em Brasília, sem exceção, sem cor partidária, comecem a olhar que isso aqui é um pólo de desenvolvimento, mas que é totalmente atrasado no ensino superior. Nós somos carentes demais. O ensino superior traz por conseqüência a melhoria de tudo o que se possa pensar em termos econômicos.

Foto:Wandenberg Belém
Dep. Estadual José Ilo
A Praça: O senhor é conhecido por ser um político atuante e determinado e ter um pulso firme. Como deve ser a sua relação com seus adversários?

José Ilo: Olha, é aquilo que eu tenho dito. Tudo o que for do bem, das pessoas de bem, que se somem à gente. Eu não tenho resquício nenhum de mágoa. Fazemos algumas restrições porque tem gente que todo dia fala de paz e todo dia agridem. Eu, por mim, eu não respondo a esse tipo de gente. O político se faz destaque pelo exemplo, pela luta, pelo trabalho. E essa luta que trouxe alguns pontos positivos, junto com Agenor Neto, junto com João, junto com as pessoas, com as associações comunitárias, representações de entidades de classe, que trouxeram algo positivo para Iguatu. Eu quero somar. Não sou homem de recuar de luta não.

A Praça: E na Assembléia Legislativa quando deverá ocorrer sua volta?

José Ilo: Estou de licença até setembro. Espero que, daqui para lá, tenha cessado essa dormência que eu tenho, do tórax, do abdomem e na perna esquerda, para que possa na verdade me locomover. Lamento não ter estado presente na Assembléia agora no início, principalmente quando foi tratada uma coisa que eu considero importante e que eu defendo há muitos anos - inclusive o deputado Aníbal estava colocando uma Emenda no orçamento da União -, que é a estrada que estão denominando Padre Cícero, que passa por Caririaçu, vem para Várzea Alegre numa reta e de lá se dirige a Quixelô, Quixelô-Solonópole e Solonópole-Banabuiu. Quem não sabe, essa bandeira eu hasteei há muitos anos e venho defendendo isso para que se encurte a distância da capital, para que se facilite a locomoção das pessoas e das empresas. Ainda na Assembléia, também tenho na minha mente que deveria haver um tratamento dos incentivos fiscais que o governo do Estado dá. Uma cidade que está na região Metropolitana deveria ter um percentual menor de incentivo do que uma cidade que está a 300 km. Uma cidade que está a mais de 300km deveria ter um incentivo ainda maior para que as indústrias pudessem buscar o interior, o sertão. Com o fim do algodão, conseguir um emprego se tornou quase inviável, porque as pessoas derivaram para o arroz, cujo preço é aviltante. Hoje, o prefeito de Iguatu, junto com o deputado Aníbal, lutam para trazer uma fábrica de laticínio. Já estiveram em São Paulo com o pessoal da Parmalat.

A Praça: O senhor foi eleito deputado concorrendo pelo PSDB, na época apoiando o ex-governador Lúcio Alcântara. Com a eleição de Cid Gomes (PSB), qual vai ser sua posição na Assembléia em relação ao governo do Estado. Oposição ou situação?

José Ilo: Eu gostaria de ter estado na Assembléia para ser uma voz aonde eu pudesse, com muito respeito, muita responsabilidade, defender, por exemplo, o ‘Saúde Mais Perto de Você’ (programa do governo do Estado que repassa verbas para o Hospital Regional de Iguatu e que sofreu cortes significativos). Infelizmente, o recurso que era direcionado ao Hospital Regional ainda era pouco. Nós vivíamos sempre a cobrar do governador Lúcio Alcântara. Agora diminuiu. Nós gostaríamos que fôssemos olhados com muita justiça. Na campanha política, o que nós fazíamos alguma objeção a ele era aquela história de fazer um hospital grande no Cariri, fazer um hospital grande em Sobral. E nós achamos que nós precisamos, aqui no Iguatu, uma atenção especial à saúde, porque aqui se resolveria muita coisa. Nós sempre buscamos não essa crítica baixa, mesquinha. Hoje eu sei muito mais (o que é estar doente) porque padeci de uma doença e como médico eu não conhecia a profundidade da dor de quem sofre de qualquer doença. Eu acho que com saúde a gente não pode fazer economia. Saúde não tem hora, não tem dia, não espera. E espero sim que ele faça, pelo exemplo que ele deu lá em Sobral, uma administração que seja muito profícua para o Estado. Eu acredito nele. Estou dizendo isso não porque ele seja governador, mas pelo exemplo que ele deu. Na luta, na busca. Eu acredito mesmo que quem foi prefeito e sabe o que é uma prefeitura porque prefeitura não é um comércio. Está aí o exemplo do nosso prefeito, aqui de Iguatu. Na sexta-feira passada, eu dizia a ele, meu filho nunca mais eu lhe vi com sorriso nos lábios, porque ele vive eternamente preocupado, nesse desejo de realizar, porque o político que não luta, não almeja, não batalha, não é vocacionado para a política. Então eu acredito no governador. Não vou fazer política de mesquinhez, de baixaria. Estou no PSDB, vou continuar no PSDB. Eu tenho uma profunda admiração pelo senador Tasso, quando ele me visitou aqui, quando ele foi candidato pela primeira vez. Votei nele. Tenho uma profunda gratidão, quando naquele momento das carteiras, que tanto acusaram a gente, ele deixou uma missão do Banco Mundial, em Fortaleza, e veio a Quixelô, numa solidariedade que me cativou, que me deixou assim um sentimento muito grande de gratidão a ele. Não fui entusiasta da atitude que o prefeito de Iguatu tomou na época (de se desfiliar do PSDB). Inclusive fui contrário e externei esse meu ponto de vista a ele. Ele é uma pessoa livre e independente, tem seu rumo. Não sei que rumo ele vai tomar na política, sei que vou ficando por aqui (risos).

A Praça: Com a proximidade das eleições municipais, em outubro de 2008, como é de conhecimento, existem os acirramentos políticos. Em Quixelô, cidade que é governada pelo seu grupo político, já há algum candidato para concorrer ao cargo de prefeito?

José Ilo: Há alguns nomes que as pessoas comentam. Eu não tenho me metido muito em política não. Não estou pensando nisso agora não. Gostaria de ficar um pouquinho alheio, mas é claro que nós teremos candidato. Mesmo na minha convalescença, conquistamos casas, banheiros, passagens molhadas, abastecimento d’água. Tudo isso foi feito lá. Então nós temos assim uma gratidão muito grande pelo povo de Quixelô pela sua extrema bondade e pela sua confiança em mim. Fui por três vezes eleito prefeito. E a cada momento numa expressão maior de votos. Durante a campanha política agora, eu  fiz 34 horas de campanha política lá.  Só 34 horas! E deixei até de visitar alguma comunidade a quem eu peço as minhas desculpas e tirei a votação que tirei, de 4800 votos, praticamente. A essa generosidade do povo de Quixelô, eu quero também retribuir com trabalho. Nosso prefeito de Iguatu é também extremamente grato ao povo de Quixelô, porque foi de lá que partiu a voz do povo. Anunciar Iguatu como era lá, que pregavam que lá era ditadura, que era o homem do chicote, que era isso, que era aquilo. Está aqui o chicote gente, que é o trabalho, é justiça, é  não dar privilégios aos maiores e dizer sempre como eu dizia lá, e dizia aqui na secretaria: para mim, vale mais quem tem menos.

A Praça: Recentemente, o prefeito Agenor Neto, em reunião pública no município, disse que não pretenderia concorrer à reeleição. Mas voltou atrás e disse que será candidato. Como o senhor ver essa posição do dele? E anunciando sua possível ida para o PMDB, partido do ex-prefeito Edilmo Costa?

José Ilo: Quanto ao prefeito Edilmo Costa, eu não tenho nada a dizer contra. Pelo contrário, nós fomos crianças juntos, fomos adolescentes juntos, fomos internos em colégio juntos, eu, ele, e meu compadre falecido Roberto Costa. Então nós temos uma história. Estivemos em campos opostos politicamente. Mas por Edilmo eu nutro assim um sentimento ainda de muita recordação, de muita coisa boa que nós tivemos. E quem sabe poderemos estar juntos. Edilmo, hoje, era para ser o nosso deputado em meu lugar. Infelizmente, ele conversou conosco em nossa campanha de prefeito e depois agiu diferente. Ele sabe que nós já tivemos conversando depois disso. Eu quero dizer que se amanhã estivermos juntos será um prazer muito grande. Eu acho que Agenor já deu uma grande contribuição a Iguatu, já deixa seu nome na história. (Eu digo) Meu filho, acho que já está na hora de você sair. Mas ele é ele. Ele pensa da maneira dele. E quanto mais batem nele, pior fica, porque aí é que ele quer realizar.  Ele me falou, nesse período (em que eu estive doente) que pretende mais uma oportunidade em Iguatu, que tem muitos projetos: o mercado central, o saneamento de Iguatu, o centro de eventos, ginásio poli-esportivo, de uma nova rodoviária, do anel viário. É tanta coisa que ele me fala.  Eu subi, antes de ontem, ali no Cocobó. Ali vai ser um centro de atrações no Iguatu. Está muito bonito. Eu até me admirei, ele dizia que ia fazer. Não sabia como ia fazer em cima de pedra, mas é engenheiro, né?

A Praça: Nessa mesma reunião, Agenor apresentou um projeto para o futuro de Iguatu, ao longo dos próximos 20 anos, que tem como objetivo dar continuidade à seqüência de obras e melhorias na infra-estrutura e bem estar dos munícipes. Como o senhor analisa essa visão do prefeito?

José Ilo: Eu tenho dito e penso que Iguatu precisa de 40 anos de bons prefeitos para que resgate tudo o que nós estamos atrasados. Ele conseguiu junto ao (deputado federal) Michel Temer (PMDB) - me ligava na última viagem que ele foi a Brasília - a interligação das lagoas. Está precisando, agora, a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado dar autorização do uso da água. Tomei conhecimento que, antes de ontem, começaram as casas da Santa Rosa I, II e III. As pessoas precisam visitar o Aterro Sanitário, Vila Cajazeiras, Zona Rural, o Alto do Cocobó para ver que a administração jamais poderia continuar no ritmo que ia, mas também jamais ela há de parar. Funcionalismo em dia, merenda escolar financiada pelo município. Tudo o que eu fiz em Quixelô, não fiz com o governo do Estado não. Não fiz absolutamente nada com governo do Estado. É muito bom que a gente conte com o governo do Estado, e o governo tem responsabilidade também por Iguatu, mas não vai parar porque se perdeu a eleição. De maneira nenhuma!

A Praça: Na sua chegada, sábado, 23, milhares de pessoas o acompanharam de perto. Como o senhor vê essa manifestação popular e qual mensagem o senhor tem para falar para a população do Centro-Sul, mais precisamente para as cidades de Quixelô e Iguatu?

José Ilo: Aquele foi um (grande) momento que eu passei nos últimos seis meses. Eu acredito que é um filme na minha vida. Muita honra a oportunidade que as pessoas me deram. Acredito num preito de gratidão ao trabalho que nós realizamos. Primeiro, (os adversários disseram) que eu era candidato e que não tinha votos: fui de última hora e tirei 56,7% dos votos válidos. Não tem essa história de comprar votos! Eu desafio a qualquer pessoa que se diga influente político ou a qualquer outra pessoa que nós tenhamos abordado e dado qualquer beneficio. A prova maior de um preito de gratidão das pessoas não foi só pela eleição, mas principalmente pelo (que ocorreu no) sábado. Um momento que vai ficar marcado na minha vida. E eu preciso retribuir toda aquela manifestação, não só aquela manifestação, mas principalmente de tantos quanto ficaram em casa e não puderam se deslocar, e tantos que oraram, que rezaram. Foi uma coisa forte para que eu pudesse voltar e sentir esse prazer gostoso de estar aqui e está em Quixelô. Tanto que eu visitei Quixelô antes de vir para cá, quando sobrevoei a cidade de avião. Tinha projetado de ir numa carreata de Iguatu a Quixelô, mas seria uma extravagância muito grande para a minha saúde. E o povo de Quixelô, tenho certeza, quer me ver vivo, para que continue a fazer o trabalho que eu sempre fiz lá. Eu ofereço a minha luta, o meu trabalho, a minha disposição, para que não só em Iguatu e Quixelô, mas em todos os municípios que me deram votos, eu possa contribuir com a melhoria da vida das pessoas e assim cumprir com minha obrigação de político. E eu tenho o prazer muito grande de ser útil às pessoas. Isso eu tive desde a época do meu consultório, desde a época de médico. Eu gosto de gente, eu gosto do povo, eu gosto do humilde, porque deles há muita sinceridade. Pois é isso!

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar