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Encontro discute acessibilidade para deficientes

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Foto:Jeferson Mourato“Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino” (Mário Quintana). É com essa e outras e outras frases de motivação que vários profissionais debateram, ontem, sobre um tema bastante comum: a inclusão de deficientes no meio social, como pessoas iguais a quaisquer outros.

O ‘Encontro das Salas de Recursos Multifuncionais’ aconteceu no auditório da CDL de Iguatu e contou com a participação de 7 unidades de Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação - CREDE. Na abertura do evento um grupo musical composto por alunos especiais da Escola Carlos de Gouvêa fez uma apresentação. Logo em seguida foi exibido um vídeo com a história de vida de Nick Vujicic, um jovem que nasceu sem os membros superiores e inferiores, mas que com muita luta conseguiu superar a deficiência e hoje dá testemunhos pelo mundo sobre sua vida.

Nara Santos, da Secretaria de Educação do Estado, é uma das coordenadoras do evento, que já aconteceu em outras cidades. Segundo ela, é fundamental que haja um acompanhamento dentro da escola para deficientes, seja mental ou físico. É para isso que servem as salas com recursos multifuncionais. São ambientes adaptados que se encaixam de acordo com cada necessidade. Para o bom funcionamento, os professores debateram e trocaram experiências diversas.

Raimundinha, professora da escola Carlos de Gouvêa, avalia a importância do evento como uma oportunidade que dá visibilidade ao trabalho que é desempenhado em muitos colégios. “Aqui nós podemos expor um trabalho que não é tão visto pela sociedade, mas que é de fundamental importância para a felicidade dessas pessoas”, frisa.

Iguatu conta com três escolas equipadas com salas de recursos multifuncionais: Filgueiras Lima, Carlos de Gouvêa e Liceu. “Além dessas temos mais uma em Jucás e outra em Óros. Com esse evento podemos interagir com os professores que convivem diariamente com situações distintas e podemos viabilizar ações que melhorem a relação dessas pessoas com a sociedade. Temos que aprender a conviver com o diferente, pois ninguém é igual”, disse Lucélia Ferreira, integrante da 16ª Crede.

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