Está em processo de formação iniciativa que tratará das especificidades sociais, econômicas e ambientais do semiárido cearense de forma holística, focada no planejamento, na articulação, ação, na cooperação técnica e científica. É o Consórcio de Governança Cooperativa para Políticas Públicas de Convivência e Desenvolvimento Sustentável dos Municípios do Semiárido Cearense, que abrangerá em torno de 13 municípios, situados nos Sertões de Crateús, dos Inhamuns e Sertão Central, e o município de Iguatu, no Centro Sul.
A participação do município foi assegurada por meio de projeto de lei votado na Câmara Municipal de Iguatu (CMI) na terça-feira, 18, apreciado por unanimidade. O consórcio tem por objetivo promover a articulação conjunta de seus associados na viabilização de recursos e meios para o desenvolvimento de políticas públicas de responsabilidade municipal, mediante ações compartilhadas, através de atividades, programas e projetos comuns a todos.
O consórcio foi criado em 2014 e passa por reformulações nesse ano. Os representantes dos municípios já se reuniram e visam formular nova diretoria. Nesse processo de articulação, o gestor da cidade de Iguatu, Ednaldo Lavor (PSD), deve ser aclamado como novo presidente.
O Protocolo de Intenções é firmado entre os municípios de Acaraú, Brejo Santo, Itarema, Iguatu, Jijoca de Jericoacoara Orós, Quixadá Quixeramobim, Solonópole Tauá, Tianguá, Ubajara e Umari. Quem lidera a mobilização dessa frente dos municípios é o ex-vice-governador do estado Domingos Filho e o deputado federal Domingos Neto (PSD).

O projeto foi votado por unanimidade no parlamento iguatuense –
Polêmica
A sessão da semana foi marcada pela revogação da concessão do título de cidadão iguatuense ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por meio de emenda de decreto legislativo. Diante de muita polêmica e arrependimento, a maioria dos vereadores que antes foram a favor, optaram por rever o posicionamento e tornar nula a homenagem, após pressão popular e de setores ligados ao movimento esquerdista. O vereador Rubenildo Cadeira (Republicanos), autor da homenagem, acabou sendo o único a votar contrário à revogação.
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