A Câmara Municipal de Iguatu (CMI) esteve no centro de debates de assuntos importantes para a cidade. Na terça-feira, 28, o parlamento recebeu o comandante do Batalhão da Polícia Militar e o Delegado Regional de Polícia Civil. Já na quinta-feira, 30, autoridades da pasta da saúde apresentaram o relatório quadrimestral.
As lideranças da área da segurança ouviram as demandas relacionadas a um maior efetivo de segurança nos distritos da cidade. Os políticos veem com preocupação o aumento da violência nas localidades. Os mais recentes crimes de mortes e tentativas de homicídios da cidade tiveram como cenários as áreas rurais. “Vamos alinhar. É perfeitamente possível se tivermos a estrutura necessária para acomodação desses homens”, disse o tenente-coronel Giovani Sobreira sobre relocação de bases fixas nos distritos de Suassurana e José de Alencar.
Por outro lado, o departamento investigativo apresentou o balanço das atividades. A elucidação dos crimes e número de ações mostram-se como contraponto no enfrentamento a escalada da violência. “Sabemos que ainda temos muito a melhorar, mas estabelecemos a cada ano números que são referências na área de segurança. Acreditamos que com ajuda da população esses indicadores podem se elevar mais ainda a favor do bem comum”, disse Marcos Sandro, delegado.
Saúde
O secretário de Saúde de Iguatu, Fernando Wilson Fernandes, com a colaboração de coordenadores da pasta, apresentou o 2º relatório quadrimestral como forma de prestar contas e tornar público as ações realizadas pela pasta.
O relatório trouxe as atividades desenvolvidas pela Secretaria de Saúde entre maio e agosto deste ano: recursos aplicados, auditorias realizadas ou em execução, as ofertas e produção de serviços públicos na rede assistencial SUS, os indicadores de saúde da população, atenção psicossocial, atendimentos geral, vigilância de saúde e indicadores Covid-19 nas unidades da saúde.
Entre as discussões surgiram a necessidade de articulação política para permanência das Unidades Terapia Intensiva (UTIs) em definitivo na cidade e a retomada das cirurgias eletivas, pausadas em função da pandemia. “Já iniciamos uma análise no propósito de pleitearmos que essas UTIs fiquem na cidade e voltem seus custeios para as demandas em geral. Sobre as cirurgias eletivas já abrimos o processo para a chegada de profissionais especialistas. A pausa das cirurgias foi uma imposição que ocorreu em todo o estado, mas que iremos retomar”, assegurou Fernandes.
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