Não acreditem!

15/10/2022

“O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria.” – Winston Chuirchill

 

Paulo Diniz cantava “E agora, José?” Um copo de cerveja e um cigarro aceso complementavam o cenário boêmio de um sábado ao meio-dia. Depois de assistir a um vídeo em que Charles Bukowski denunciava todo o seu desapreço pelo homem, e de ter, nisso, relembrado algumas passagens do seu famigerado livro “Pedaços de um caderno manchado de vinho”, me pego a dar, sem maiores dificuldades, razão ao estigma misantropo do poeta, com o qual, de certo modo, muito me aprazo.

A humanidade é desprezível! Somos – alguns mais que outros – indignos por nascença. Apenas por sermos humanos, já o somos. E os que não se consideram, são piores que os que concordam com essa verdade inegável. A repulsa torna-se maior quando encontramos, nas vielas da vida, homens e mulheres detestáveis; seres que acreditam num mundo melhor, socialmente igualitário, onde todos dividirão igualmente o pão e seus casebres à moda sociedade secreta.

Assemelham-se àqueles panfletos das Testemunhas de Jeová, onde crianças e adultos de todas as etnias dividem espaço com animais selvagens como leões, tigres… como se o mundo fosse uma espécie de pangeia cosmopolita.

Não, meus caros. Seria desonestidade ou ingenuidade tomarmos por certas tais crenças. É-nos sempre de bom tom a lucidez. Não acreditem nesses “mentirosos da bondade.”

Afinal, a esquerda vive de incongruências infindas. Dizem-se cristãos, por exemplo, mas seguem ateus inimigos da Igreja (como o principal deles, o patético Karl Marx); se declaram tementes a Deus, crentes no mesmo, mas são, vejam só, abortistas!

Agora querem conciliar Lula e o cristianismo, considerando ser possível votar no corrupto petista e, ao mesmo passo, ir à missa como se não houvesse aí disparidades abissais. O sr. Luiz Inácio, não esqueçamos, já declarou que “família é um projeto atrasado”. Sim, amigo leitor, para o chefe de quadrilha em questão, a família, um dos principais alicerces da formação do caráter do indivíduo, é algo obsoleto, de deve ser superado.

Trata-se, não pra variar, de um projeto de cisão, de segregação – que é algo que a esquerda já faz desde sempre – onde tentam separar e promover conflitos entre homens e mulheres, heterossexuais e homossexuais, brancos e negros, ricos e pobres, patrão e empregado etc. O projeto é isolar as células que sustentam a família; e isso é algo que não podemos permitir, preclaro leitor!  Não compactue com quem assim age. Não acredite nas falácias da esquerda! Afastemo-nos delas!

 

Cauby Fernandes é contista, cronista, desenhista e acadêmico de História

MAIS Notícias
O livro do filho – final
O livro do filho – final

[...] A sensação de que precisava vivenciar aquela experiência mística novamente levou o velho a inúmeras incursões no interior de si mesmo. Encontrou, dentro de si, as respostas, o consolo de que precisava para, quando chegasse a sua hora, morrer em paz. A ideia de...

O livro do filho – parte III
O livro do filho – parte III

  [...] Recobrado do pranto lavador da alma, pranto que fora acometido mediante as saudosas lembranças de sua amada esposa, o senhor pôs-se, ao olhar para o livro, antes de escrever nele qualquer coisa, a lembrar do filho enquanto um ser vivente independente,...

O livro do filho – parte II
O livro do filho – parte II

O senhor fora acordado, no dia seguinte, cedinho, por uma fina neblina que caia em seu telhado. Por haver, ali, algumas goteiras, a água respingou em seu rosto. Disposto, feliz e revigorado pela experiência que teve no dia anterior, o velho tratou logo da sua higiene...

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *