“A melhor oportunidade que o mundo já teve foi desperdiçada porque a obsessão pela igualdade frustrou as esperanças de liberdade”. – Lord Acton
O tão aguardado segundo turno se aproxima! Domingo (30) iremos às urnas para eleger o presidenciável que irá estar à frente do poder executivo do nosso país pelos próximos quatro anos. Isso significa que temos a importante missão de analisarmos bem sobre em quem estamos depositando a nossa confiança e a nossa representatividade.
Se o amigo leitor não quer ver o nosso país sofrer igualmente aos nossos irmãos argentinos e venezuelanos, por exemplo, que padecem com a esquerda no poder, onde mergulham seu povo na inflação e, por conseguinte, pauperização absoluta – isso quando não há a integral ditadura!, sugiro que o preclaro acompanhante destas linhas não vote no sr. Luís Inácio, que é, aqui no Brasil, juntamente com outros esquerdistas extremistas, o representante amante mor de ditadores socialistas e comunistas.
Se o eleitor leitor preza pela liberdade individual; se preza pela liberdade econômica; se preza pela liberdade religiosa e demais liberdades protegidas pela direita, certamente não será novidade considerar que o vosso voto deva ser destinado ao nosso presidente Jair Bolsonaro, posto que é ele quem defende tais bandeiras. Já o seu antagonista, o sr. Lula, defende pautas perniciosas -próprias da esquerda. Cito, só pra encargo de situação, dois exemplos: é abortista – ainda que o negue (o que o faz um defensor de pautas anticristãs), é absolutamente contra o necessário armamentismo (inimigo do seu direito, cidadão, à autodefesa).
Sendo direto, diria que faz-se necessário, aqui, trazermos à tona as razões ideopolíticas que norteiam o voto consciente. Refiro-me precisamente sobre o cerne do pensamento e a ideia de um país com uma economia de mercado forte, com um Estado retraído, com valores salutares à família, sem incentivo às torpes ideologias socialistas que, como a própria história já mostrou, só trouxe miséria para o mundo, repressão e totalitarismo político por meio do despotismo.
Portanto, prezado leitor, pense bem! O Brasil não aguentaria mais novos casos de corrupção semelhantes ao mensalão, petrolão e similares. Não podemos regredir e permitir que o PT volte a praticar seus espólios e patrimonialismo como antes. Não deveríamos sequer cogitar tal absurda possibilidade, mas ela é real, e devemos dar a nossa resposta: um grandioso ‘‘NÃO’’ ao sr. Lula e aos seus comparsas.
E quanto a você, amigo conservador (ou liberal), que defende as pautas coerentes da direita, façamos a nossa parte neste domingo! Sigamos em frente, na luta por um país livre. E as liberdades, todas elas, em todas as suas expressões (de expressão, de culto etc) só são respeitadas em um sistema que em nada se assemelha ao comunismo ou ao socialismo. Que a direita vença! E que a esquerda fique apenas na triste era petista do nosso vergonhoso passado…
Cauby Fernandes é contista, cronista, desenhista e acadêmico de História
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