Vigilância Sanitária orienta retirada de animais de locais que trabalham com alimentos prontos

12/10/2019

A Vigilância Sanitária já avisou que vai apertar o cerco contra os estabelecimentos comerciais que trabalham com alimentos prontos e permitem a presença de animais, principalmente cães e gatos. Os bichos, geralmente animais abandonados, estão nesses locais em busca de abrigo e comida. Muitos restaurantes permitem e até alimentam felinos e caninos, apesar de a legislação proibir.

De acordo com a Vigilância Sanitária, somente na última semana chegaram até o órgão 04 denúncias de clientes que pediram rigor na fiscalização. O fato da presença de animais em estabelecimentos que trabalham com o preparo e comercialização de alimentos, além do risco da transmissão de doenças, contraria a lei sanitária vigente.

Dr. Samuel Bezerra, biomédico e coordenador da Vigilância Sanitária, afirmou que não haverá nenhum tipo de complacência com quem estiver desrespeitando a lei. De acordo com o ele, o gato, por exemplo, pode ser usado como hospedeiro de várias parasitoses, entre essas a toxoplasmose, que provoca doença grave e pode afetar o cérebro, pulmões e outros órgãos dos seres humanos.

O órgão fiscalizador adverte para o fato de que existe um problema grave na cidade com animais abandonados nas ruas, nos estabelecimentos comerciais e se reproduzindo aleatoriamente. “É inadmissível que as pessoas estejam expostas ao risco de doenças, a partir da convivência no mesmo espaço com os animais”, lembrou Dr. Samuel.

Contaminação

A toxoplasmose é uma infecção causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais. É causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados e é uma das zoonoses (doenças transmitidas por animais) mais comuns em todo o mundo. A fase aguda da infecção tem cura, mas o parasita persiste por toda a vida da pessoa e pode se manifestar ou não em outros momentos, com diferentes tipos de sintomas. Quanto à infecção crônica, a taxa de incidência é baixa até os cinco anos de idade e começa a aumentar a partir dos 20.

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